61 dos 243 filiados na Federação Portuguesa de Atletismo via AADP pertencem ao ACP, 25% do total de atletas do distrito de Portalegre. A associação mais próxima da nossa, mas com praticamente metade dos filiados, é o Clube Elvense de Natação, com 33. Os números, recentemente divulgados pela associação distrital da modalidade, são particularmente significativos porque significam a inflexão no ciclo regressivo que se vinha paulatinamente verificando no atletismo distrital. Nos gráficos que apresentamos fica demonstrado quem é quem no que respeita a uma prática comprometida da modalidade. O Atletismo actual, na diversidade das suas práticas, é o herdeiro da história milenar da prática desportiva, que remonta à Antiguidade clássica e o ACP, evidentemente, é defensor acérrimo da sua prática responsável e de acordo com o normativo legal em vigor. Todos os nossos praticantes realizam o exame médico anual e filiam-se numa associação da modalidade (FPA/AADP e/ou ATRP). Esta opção tem custos e obrigações mas também tem os direitos associados. Para que conste e fique como histórico divulgamos os 61 atletas filiados na FPA/AADP pelo ACP na época prestes a terminar.
O ACP classificou-se em 11.º lugar (entre 37 equipas classificadas) nos 30 Km do Trail de Santa Justa, mais uma prova pontuável para o Campeonato Nacional de Trail. Classificação um pouco aquém do habitual mas cada prova tem a sua história e nesta fica para a posteridade o destaque da presença de Filipe Quelhas no TOP 40 numa prova que classificou 355 concorrentes e o esforço dos 6 atletas que em pleno Verão se deslocaram a Valongo. Entre as concorrentes femininas principal destaque para Ana Miranda, 15.ª da Geral. Na prova mais curta, 15 Km, Joana Melo foi 359º (55ª feminina) foi entre 639 classificados com 3 h 00 m 32 s.
Tiago Valério (AC Portalegre / UTSM) classificou-se em 3.º lugar nos 10 Km da Carrera Popular de Herrera del Duque disputada no sábado, 22. O tempo conseguido (29 m 40 s) leva a crer que a distância terá ficado um pouco aquém da anunciada mas a classificação obtida, entre 3 marroquinos, revelou o Tiago a caminho da melhor forma.
No concelho da Amadora prossegue a realização do Torneio da Cidade na qual o mais activo lobo da Casa do ACP em Lisboa, João Pereira, tem marcado presença assídua. No dia 9 foi 9.º M50 nos 5 Km do GP Eduardo Pontes com 21 m 26 s. No dia 2 correra os 7 Km do GP da Reboleira em 32 m 23 s (11.º M50).
José Silvério Garcia (CHE) (AC Portalegre / UTSM) venceu a I Carrera Nocturna “Sierra de Montáncez” disputada na noite de sábado, 29, na distância de 15 Km com um D+500 m. O evento, integrado no Circuito de Corridas Nocturnas da FEXME, reuniu um total de 114 concorrentes.
Filipe Quelhas (AC Portalegre / UTSM) classificou-se em 7.º lugar da Geral (5.º M20) nos 26 Km Trilho de São Tomé finalizado por 134 concorrentes na tarde de sábado, 22, em Ferreira-a-Nova (Figueira da Foz), a 11 m 33 s de Nelson Costa, o vencedor. Na distância mais curta (15 Km) Joana Melo alcançou a 15.ª posição feminina (7.ª F20) entre 36 classificadas com 1 h 56 m 38 s.
Joana Melo e Filipe Quelhas da “Casa do ACP no Norte”
Sobre a sua participação na prova o Filipe, como habitualmente, deixou pública na sua página social as impressões pessoais. Foram as seguintes:
“Trail ao final da tarde, permite dormir bem e sem pressa, pequeno-almoço e saímos para a Figueira da Foz, almoçamos por lá, pequena viagem até Ferreira-a-Nova para levantar dorsais, chegamos ao largo da igreja e encontramos ambiente festivo, barracas de comida e bebida, aparelhagem sonora a debitar as modinhas de arraial de verão, a malta da banda preparava o palco para o espectáculo da noite, aparece o amigo José Andrade, explica-nos que a data do trail neste dia é propositado para coincidir com a festa da aldeia, que chatice, à noite vamos ter bailarico.
Como ainda era cedo, fomos estagiar para Quiaios, passeio junto à praia, voltita até às falésias do Cabo do Mondego, na volta paramos para lanchar, aproveitamos para equipar e seguimos para Ferreira-a-Nova, pequeno aquecimento, junto à partida, era camisolas amarelas por todo o lado, lá estava a malta de Poiares, cumprimentos e vamos para o alinhamento.
Avisos e alertas, contagem decrescente e partida, saio rápido, entramos nos trilhos e a areia mostra-se logo, atravessamos trilho pelo meio de árvores, atravessamos jardim com lago, bonito cenário, na frente, atletas que habitualmente correm na estrada, pareciam cavalos, tal o ritmo que impunham, mais atrás seguíamos 3, tentando não perder o rasto, aparece o Pedro Veríssimo da ARSM, vamos algum tempo juntos, mais à frente ele ganha algum avanço e foge, os outros companheiros ficam para trás, vou sozinho quase até ao 1º abastecimento, chega atleta do Clube Atletas Tortos e vai para a frente, no abastecimento trago água, não paro e ultrapasso-o, ele vem logo atrás, alguns metros e aparecem mais dois Tortos, nessa altura era eu e os Tortos, aparece outro atleta, durante algum tempo seguimos os 5 alternando posições, nas pequenas subidas eu ganhava alguma vantagem, mas eram tão pequenas que eles aproximavam logo, o ritmo mantinha-se alto, parecia uma prova de estrada, por volta dos 13,5 km juntam-se os percursos, trilho irregular, acelero para tentar fugir e ganhar algum avanço à malta que ia por perto, metade fica para trás outra metade segue comigo, apanhamos atleta, estradão por entre os arrozais, imagem digna de sunset, verde de um lado, verde do outro, estradão no meio e ao fundo sol brilhava, tão vivo, tão laranja, fantástico.
Continuamos no estradão, atleta dos Tortos acelera e foge, aparece o casario da quinta, onde está o abastecimento, aparece a malta de Poiares e lá está o habitual apoio, malta boa, vou abrindo a garrafa, chego, bebo copo de água, dois para dentro da garrafa e ala que se faz tarde, os aspersores de rega, regam o milho e a malta que passa, entramos na mata e volta a areia, em maior quantidade e durante mais kms, nesta altura já estava lusco fusco, aparece o trilho das raízes espetadas, perigoso, como a malta tinha avisado na partida, abrando, chega outro Torto, mantenho o cuidado, terminam as raízes, acelero e vou atrás dele, sigo a bom ritmo e ele fica para trás, descida para o ribeiro, por baixo da ponte e vários metros dentro do ribeiro, subidita final e lá está a meta.
No fim, depois do banhito, bifana, sopa, arroz doce e cerveja, que maravilha, como a menina não quis lá tive que beber as minhas e as dela, eu não queria, mas lá teve que ser, enquanto uns comiam e bebiam outros recebiam os prémios, salão cheio, ambiente fabuloso, a seguir bailarico na companhia dos turistas que chegaram da Figueira, uns quantos pezinhos de dança e lá viemos para casa felizes e contentes, com vontade de voltar para o ano.”
Filomena Cordeiro (AC Portalegre / UTSM) classificou-se no 29.º lugar, entre 48 classificadas, na distância de 24 Km da 4.ª edição do Trail Porto da Cruz Natura (Madeira) disputado no domingo, 23. Completou a distância em 3 h 32 m 18 s, mais 1 h 41 m 01 s que a vencedora, a canadiana Catherine Royal.
O ACP – Atletismo Clube de Portalegre classificou-se em 2.º lugar no Circuito Distrital de Pista promovido pela AADP ao longo de 11 jornadas durante a época 2016/2017. Neste circuito anual de regularidade ganho pelo Clube Elvense de Natação classificaram-se 74 atletas dos quais 30 (40 %) pertencentes ao nosso clube. Dos 47 atletas masculinos 19 vestiram de amarelo e negro (40 %) e dos 27 femininos 11 (igualmente 40 %) também nos representaram. Foi o regresso em força do nosso clube às provas de pista acompanhando o novo impulso e carinho com que a renovada AADP o promoveu. Em 2017/2018 vamos tentar incrementar a nossa já significativa presença. A todos os 30 atletas que participaram em provas, aos seus familiares e à técnica dos jovens, Rute Costa, os nossos parabéns e agradecimento pela dedicação.
Classificação colectiva final do Circuito AADP de Pista
Clubes
Total
1
CEN
43548
2
ACP
30157
3
EBJR
17125
4
UFD
5725
5
CCFB
5567
6
ADRAAA
1375
7
CPE
255
8
CATRP
195
9
IALBAX
45
Classificação e Pontuação final dos 30 atletas ACP
2
Barbara Tavares
Fem
ACP
6650
3
Ana Silva
Fem
ACP
6422
4
Eduardo Camejo
Masc
ACP
4091
5
Alexandre Tavares
Masc
ACP
3796
6
André Paiva
Masc
ACP
2748
6
Margarida Narciso
Fem
ACP
4529
13
Tiago Valério
Masc
ACP
1418
15
Ana Vintém
Fem
ACP
873
17
Diogo Valente
Masc
ACP
938
18
Emilio Paulino
Masc
ACP
802
18
Vitorina Mourato
Fem
ACP
515
20
Hélder Melo
Masc
ACP
644
20
Leonor Travassos
Fem
ACP
433
21
Helena Ceia
Fem
ACP
422
22
João Carlos Correia
Masc
ACP
501
23
André trindade
Masc
ACP
414
23
Rute Ferreira
Fem
ACP
358
24
José Reis
Masc
ACP
352
24
Patricia Madeira
Fem
ACP
343
25
Luis Mauricio
Masc
ACP
339
26
Odete Barbas
Fem
ACP
231
27
Sara Madeira
Fem
ACP
101
34
Luís Rodrigues
Masc
ACP
152
36
Joaquim Barbas
Masc
ACP
145
37
Rui Monteiro
Masc
ACP
141
39
Pedro Tavares
Masc
ACP
116
40
João Alburquerque
Masc
ACP
110
41
Paulo Rodrigues
Masc
ACP
89
44
José Manuel Velez
Masc
ACP
39
47
Luís Rodrigues
Masc
ACP
15
ACP de novo nos Blocos de Partida10000 m no recente Torneio de Encerramento. ACP na Pista, de novo!
As duplas do ACP André Trindade/João Farinha (Masculinos) e Ana Miranda/Nuno Paiva (Mista M/F) venceram o Kayak Trail, um evento que o CASPA organiza em Constança com duas modalidades (Kayak e Corrida por trilhos). O ACP costuma participar neste convívio (que este ano classificou 41 duplas. Ao todo cerca de 23 Km que têm que ser percorridos sempre a duo. O João e o André demoraram 2 h 15 m 27 s, dos quais 42 m 40 s na canoagem. Já o Nuno e a Ana (6ºs da Geral) gastaram 2 h 30 m 17 s, do quais 46 m 38 s no percurso pelo rio Tejo entre Constança e Almourol.
Filipe Quelhas (AC Portalegre / UTSM) classificou-se em 21.º entre 101 finalizadores nos 68 Km do UTDP realizado no domingo (9) centrado em Cinfãaes. Foi a estreia do Filipe numa +50 Km e as impressões, contadas na primeira pessoa, foram as seguintes: ”
Depois de correr algumas provas de 50 km, comecei a pensar em fazer uma prova com distância maior, para testar e desafiar a máquina. Já tinha lido e pesquisado sobre esta prova, estava na lista de provas onde queria correr, quando vi a data e a distância, encaixava com o que tinha previsto para esta altura. A decisão de fazer a prova não foi imediata, a distância (50 + 18!!!), mês de Julho (muito calor), estarei com treino e estaleca suficiente, eram os factores que me faziam hesitar, no entanto, a vontade enorme em ir acabou por prevalecer, na última noite antes de entrar no último período de inscrições, resolvi efectuar a inscrição.
Como a prova era no domingo e a partida era às 6h30, fomos para Cinfães no sábado, aproveitamos para passear e relaxar antes da prova, chegamos e fomos ter com o dono da casa onde iríamos ficar, que logo nos apresentou várias sugestões para comer e para aproveitar a tarde, almoço junto ao rio no Porto Antigo, que maravilha, visita às Caldas de Aregos e terminámos a tomar banho no rio Bestança, segundo o nosso “guia turístico” o rio mais limpo da Europa, no local onde iria ser o último abastecimento da prova, jantar em Cinfães, preparar equipamento e cama.
Chegamos com tempo, bebo cafezito e vou para o alinhamento, nevoeiro cerrado que seria companheiro durante grande parte da prova, alguns momentos de conversa, aparece sempre alguém com quem já corremos noutro lado, partida e lá vamos nós.
Começamos a subir, sigo a bom ritmo, primeiro km sou 5º, sei que vai ser sol de pouca dura, mas mantenho a cadência e a coisa vai, quase sempre a subir (D+: 950m), a malta vai trocando de lugares entre si, chega o 1º abastecimento, passo em décimo, paragem curtinha, bebo água e continuo, até ao segundo abastecimento quase sempre a descer, a bom ritmo quase sempre sozinho, mas ouvia malta atrás, no 2º abastecimento como qualquer coisa, bebo bem e encho as garrafas, os dois atletas que vinham atrás saem antes de mim, logo a seguir ao parque aparece ribeiro para preparar os pés para o que iria aparecer, correr dentro do rio cheio de pedras, ia com cuidado para não escorregar e chega Caracol, passou por mim e lá foi ele, mantive o cuidado durante os largos metros dentro de água, termina o rio e logo a seguir temos nova subida (D+: 917m), tomo gel e lá vou eu à caça do Caracol, mais à frente lá está ele, chego perto, sigo a bom ritmo por entre árvores, rochas, ribeiro, ele fica para trás, como já não trazia muita água bebo dois copos de água do ribeiro, acaba a vegetação e aparecem trilhos com pedra e as vaquitas, por vezes olhava para trás para ver se ele vinha perto mas o nevoeiro não permitia, chega o 3º abastecimento, água na garrafa e vou comendo, coloco na mochila e não encontro a outra, não está pousada, será que caiu, entretanto chega o Caracol que diz que não viu nada caído, sai antes de mim, saio logo a seguir e ao apalpar a mochila lá estava ela, completamente vazia por baixo da que entretanto tinha colocado, volto atrás para encher e volto ao trilho, a seguir a única parte que não gostei no percurso, descida cheia de pedras, que malha para as pernas, chega ao fim que alivio, subida até ao abastecimento de S. Pedro (40km), chego sozinho com o estômago meio embrulhado, salta à vista, monte de gelados, Magnum, Corneto e mais uns quantos, que luxo, olho para eles mas passo à frente e vou à Coca-Cola para ver se a coisa melhorava.
Saio sozinho, a andar de copo na mão e algumas batatas fritas, melhora um bocadito e começo a correr, a ritmo mais lento, aparece atleta que se mantém sempre atrás, quase sempre a descer, vou aumentando o ritmo e o outo atleta fica para trás, chego ao abastecimento e lá está a menina á minha espera, por esta altura era 13º, bebo água, tento comer qualquer coisa, mas veio vómito, ui isto não está bom, coca-cola para tentar dar a volta ao estômago, chega o atleta que vinha atrás e sai antes de mim, não sei se passou mais algum, saio a correr, 5,5 km até ao próximo abastecimento, os vómitos mantém-se e a má disposição começa a aumentar, olho para o relógio e aos 50 kms, ia com 6h35, 10/15 min acima dos melhores tempos que fiz nos 50 km, aparece trilho a contornar rochas enormes para logo a seguir subir até ao abastecimento dos 52,5 km, chego ao abastecimento, olho para a mesa e dou meia volta, encho só o copo de água e lá vou eu a andar, tento correr, mas a vela tinha encharcado, continuo com o estômago todo embrulhado, vontade de vomitar, cada vez que bebia água vinham os vómitos, 12km até ao último abastecimento, lá tentava correr, mas não estava fácil, percurso fantástico, vegetação com fartura, rochas para atravessar, outra vez dentro do rio, lavo a cara e rego a cabeça, na esperança que fosse o remédio que necessitava, não foi, subida até à estrada, 12 kms quase sempre a andar, desço a correr e aparece a Joana no fundo da descida, finalmente chega o ultimo abastecimento.
Como dois pedaços de melancia e saio para a subida final, alguns metros, paro, mãos nos joelhos e virou, que alivio, abençoada melancia, só foi pena o barco virar tão tarde, vem o pessoal do apoio médico e da organização, “estás bem”, ao que respondo, “mais aliviado”, o Paulo Machado da organização diz que vai comigo, começa a subida e sinto-me mais aliviado, a andar, mas a um ritmo que momentos antes não imaginava conseguir, mais à frente o Paulo diz-me para ir que ele ia abrandar, disse que tinha dormido 3h das últimas duas noites, no entanto, decidiu ir comigo na subida, que atitude, quase a chegar, aparece atleta do ultra e vamos os dois juntos até à meta, espero pelo Paulo, agradeço a ajuda e o gesto e vou-me deitar na relva, nunca tinha passado tão mal numa prova, mas fica a experiência para outras andanças.
Percurso fabuloso, paisagens magnificas, com muita água, ideal para a época em que se realiza, zonas com trilhos muito técnicos, sem paredes mas com muito desnível, para o ano voltarei com certeza!!!.
Agora venham as provas do nacional de trail.”
Filipe Quelhas abordou com sucesso a sua primeira “+ de 50”
Em Andorra Fernando Alvez Barrero não conseguiu alcançar o seu objectivo de terminar a Ronda del Cims (170 Km com um d+ 13500 m), uma dura volta ao principado de Andorra. Para além da dimensão do desafio as condições atmosféricas extremamente adversas levaram à decisão do abandono. Ainda assim esta participação rendeu um total de 93 Km e D+ 9000 m. Na subida ao Pico Negre em que a corrida chegou a estar parada pela Organização FAB tomou a decisão e comunicou-a na sua página do Facebook:
” Bueno chicos, gracias por todo.He salido después de la neutralización , he llegado al refugio y lo he dejado, me he vuelto andando a la base del puerto.Para mi es un fracaso absoluto. Debo ser honesto, iba ya tocado físicamente y sobre todo psíquicamente, y todo se ha juntado. Ahora le dedicaré unos días a la familia para conocer Andorra, despues haré una crónica, necesito hacerla para aprender de esto. Os quiero.“
Parabéns a ambos pela determinação em se enfrentarem com tão estimulantes desafios.
Paula Matos (AC Portalegre / UTSM) foi a vencedora absoluta (entre 57 finalizadoras) do Palmela Run, 12 Km nocturnos com um desnível positivo de 600 m. Correu-os em 1 h 12 m 24 s, uma vantagem de 25 s sobre a 2ª classificada. Participaram também no evento em representação do ACP os atletas Sérgio Carinhas (45º de 179 com 1 h 8 m 48 s, 5º M45) e Paulo Gandum (105º com 1 h 21 m).
Tiago Valério (AC Portalegre / UTSM) alcançou o 3.º lugar na IV Carrera Nocturna de Oliva de la Frontera disputada no sábado (8) na distância de 5,6 Km. Na prova, ganha por Bruno Paixão em 17 m 02 s, participaram os seguintes lobos:
IV Carrera Nocturna de Oliva de la Frontera (8/7):
18 m 55 s
Tiago Valério
3º/67
20 m 08 s
Marco Nabais
9º/67
21 m 40 s
Emílio Paulino
18º/67
22 m 12 s
José Reis
21º/67
26 m 21 s
Miguel Navega
53º/67
27 m 08 s
Helena Ceia
6ª/14
Circuito da corrida nocturna de Oliva de la Frontera
Fernando Alvez Barrero (AC Portalegre / UTSM) participa este fim de semana no Andorra Ultra Trail. Alinhará na mítica Ronda del Cims, 170 Km D+ 13500 m D- 13500 m, um evento de extrema dureza que terá início às 6 h de sexta-feira e que terá de ser terminado até às 20 h de domingo, o que poderá significar 62 h contínuas de prova que mesmo assim deverão ser insuficientes para muitos dos 450 participantes admitidos. Fernando alinhará com o dorsal 108 e o seu avanço pelo acidentado percurso constituído em 95% por single tracks e que o fará passar pelo Pic del Comapedrosa (2942 m) aos 47 Km mas que terá ainda várias ascenções acima do 2500 m poderá ser acompanhado aqui. Boa sorte e que consigas terminar!
Trilhos duríssimos na Ronda del Cims em AndorraPaisagens deslumbrantes nos Pirinéus
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